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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

NOTÍCIA


Nasa anuncia possível presença de água salgada em Marte




A Nasa anunciou nesta quinta-feira a descoberta de manchas superficiais que aparecem nas encostas de Marte durante a temporada de calor e desaparecem na temporada de frio, que poderiam ser formadas por água salgada.



A descoberta foi feita graças à análise de uma série de imagens obtidas pelo Experimento Científico de Imagens de Alta Resolução (HiRise) do Orbitador de Reconhecimento de Marte (MRO, na sigla em inglês), que explora o planeta vermelho desde 2006.
O diretor da Nasa para pesquisa científica do programa de prospecção a Marte, Michael Meyer, fez o anúncio em entrevista coletiva junto ao professor Alfred McEwen da Universidade do Arizona, entre outros membros da equipe. EFE

FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/nasa-anuncia-poss%C3%ADvel-presen%C3%A7a-%C3%A1gua-salgada-marte-184205227.html 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

NOTÍCIA


Conheça Elon Musk, o homem que te levará até Marte



Jovem bilionário serviu de inspiração para Robert Downey Jr, em O Homem de Ferro
Jovem bilionário serviu de inspiração para Robert Downey Jr, em O Homem de Ferro
Habitar o planeta Marte é um sonho antigo da humanidade, mas que para a maioria parece muito distante de ocorrer em um curto prazo. Entretanto, para Elon Musk esse sonho é uma possibilidade muito próxima da real.
Elon Musk, o CEO da Space Exploration Technologies (SpaceX) é um sul-africano que com apenas 40 anos é um dos homens mais influentes do mundo e promete abalar as estruturas das viagens espaciais nos anos vindouros.
Para ele, em poucos anos, viagens tripuladas a Marte serão coisas tão comuns quanto viagens à Europa.
Nascido em 1971, Musk esteve envolvido estruturação de empresas como Paypal, SpaceX e Tesla Motors. Com onze anos criou seu próprio game que mais tarde foi vendido para uma empresa sul-africana por 500 dólares. Mudou-se para Califórnia e fundou sua própria empresa: uma companhia que desenvolvia conteúdo para portais de notícia. Em 1999, a empresa foi comprada pela Compaq por 307 milhões de dólares, ou seja, aos 28 anos, já se tornara milionário.
A SpaceX atualmente está focada em criar voos comerciais tripulados por civis até a Estação Internacional Espacial. A primeira deve ocorrer até dezembro desse ano. Para os próximos anos, entretanto, os objetivos são ainda mais ousados: Musk quer voos comerciais para a Lua e para Marte, e vai mais além, já se prepara para os futuros assentamentos humanos em outros planetas.
A grande pergunta hoje é a seguinte: iremos nos tornar uma espécie multi-planetária ou não? Se a resposta for não, bom, então nosso futuro não será nada brilhante, declara Musk, em nota da PC Magazine.
A influência do jovem sul-africano não se limita apenas ao espaço, de acordo com Jon Favreau, o diretor do blockbuster “O Homem de Ferro”, Musk foi uma das maiores inspirações para Tony Stark, o personagem de Robert Downey Jr. no filme.
Seu grande objetivo atualmente é chegar a Marte. Quando uma base for estabelecida lá, haverá grandes incentivos para a ampliação e melhoria dos transportes. Foi assim que aconteceu na época da colonização americana e assim acontecerá com a colonização espacial, diz Musk.
Segundo o TG Daily, para que seus planos de povoar os corpos celestes mais próximos vinguem, Musk espera apoio governamental e da iniciativa privada. A SpaceX, capitaneada por Musk, sabe o que é necessário e já se prepara, com pesados investimentos, para futuras viagens tripuladas ao planeta vermelho. Para Musk, o principal problema em levar seres humanos para Marte é o transporte de gigantescas quantidades de pessoas e de aparelhagem. Para isso, a Space X projeta atualmente um veículo capaz de levar até Marte pesadas quantidades de materiais e retornar a Terra, ele se chama Falcon Heavy e foi concebido para carregar até 15 toneladas cúbicas pelo espaço. Deverá estar pronto até o fim do ano que vem.
Fique atento a Elon Musk, ele poderá em muito breve ser o responsável por seu primeiro passeio interplanetário.

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Morre no Rio o ator Ítalo Rossi, aos 80 anos





Morreu nesta terça-feira (2/8) o ator Ítalo Rossi, aos 80 anos, informou seu sobrinho, Humberto Rossi. Com mais de 400 montagens teatrais e quase duas dúzias de filmes em 55 anos de carreira, era considerado um dos atores mais importantes do Brasil. Rossi estava internado há dois dias no Hospital Copa D'Or, no Rio de Janeiro, e morreu por volta das 16h de complicações respiratórias.

 Ítalo Balbo di Fratti Coppola Rossi nasceu em Botucatu, interior de São Paulo, em 19 de janeiro de 1931, em uma família italiana habituada às óperas e aos concertos. Estreou no Teatro Brasileiro de Comédias (TBC) e teve uma longa carreira nos palcos, onde atuou até os últimos anos de vida. Na televisão, Ítalo Rossi iniciou a carreira em 1963 e participou de dezenas de novelas, séries e especiais na TV Globo.

Nos cinema, atuou em dezenas de filmes como Esquina da Ilusão (1953), Paraíba,Vida e Morte de um Bandido (1966), A República dos Assassinos (1979) e Doida Demais (1989). Suas duas últimas atuações nas telonas foram nos longas Maria, Mãe do Filho de Deus (2003) e Sexo com Amor? (2008).

FONTE: http://cinema.yahoo.net/noticia/carregar/titulo/morre-no-rio-o-ator-talo-rossi-aos-80-anos/id/32219

terça-feira, 2 de agosto de 2011

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Nasa divulga 1ª fotografia completa do asteroide Vesta




A Nasa apresentou nesta segunda-feira a primeira fotografia completa do asteroide Vesta, tirada pelas câmeras da nave espacial Dawn, que entrou na órbita do astro no dia 15 de julho.
Dawn obteve a imagem no dia 24 de julho, quando estava a 5,2 mil quilômetros de distância do asteroide.
Lançada em 2007, a nave passará um ano girando ao redor de Vesta para estudar sua superfície e, posteriormente, se dirigirá ao planeta anão Ceres.
Com 530 quilômetros de diâmetro, Vesta é o segundo objeto de maior tamanho no cinturão de asteroides, entre Marte e Júpiter, que rodeia o Sistema Solar.
Os cientistas calculam que essa região abriga cerca de 100 mil asteroides, considerados os "escombros" que restaram após a formação do sistema há 4,6 bilhões de anos.
Este projeto conta com a participação do centro JPL para a Direção de Missões Científicas da Nasa em Washington, do Centro Marshall de Voo Espacial em Huntsville (Alabama), da Universidade da Califórnia (UCLA) e da companhia Orbital Sciences Corporation, que desenhou e construiu a nave espacial.
Também são parte da equipe da missão o Centro Aeroespacial Alemão, o Instituto Max Planck para a pesquisa do Sistema Solar, a Agência Espacial Italiana e o Instituto Italiano de Astrofísica. EFE

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Acordo da dívida dos EUA não tranquiliza a China, seu principal credor




Pequim, 2 ago (EFE).- A China, principal credor dos Estados Unidos, vê o acordo de última hora alcançado no Congresso americano para evitar a moratória como uma solução a curto prazo, mas desconfia do futuro de sua economia, segundo publicou nesta terça-feira o oficial "Diário do Povo".

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"Embora os Estados Unidos tenham evitado a moratória, os problemas de sua dívida soberana seguem sem ser resolvidos, já que só foram adiados para depois", disse o diário porta-voz do Partido Comunista da China em um editorial.
O jornal também assinalou que o problema do endividamento "gerou uma nuvem de incerteza sobre a recuperação da economia americana e aumentou os riscos enfrentados pelo sistema econômico mundial".
A empresa de classificação de riscos Standard & Poor's advertiu que pode rebaixar a qualificação da dívida dos EUA mesmo com o acordo, o que afetaria a China, principal compradora de bônus americanos, com um total de US$ 1,16 trilhão.
"Não se pode descartar a possibilidade de uma baixa na qualificação da dívida se Washington não alcançar um equilíbrio a longo prazo para seu endividamento", disse Chen Daofu, diretor do Centro de Pesquisas Políticas do Conselho de Estado da China, em declarações ao oficial "China Daily".
A instabilidade que a questão da dívida pode gerar no dólar também é vista com preocupação na China, já que esta moeda representa 70% de seus 3,2 trilhões de reservas de divisas.
Chen advertiu que buscar alternativas de investimento para as reservas chinesas e mudar a composição destas "é um desafio crucial para os conselheiros políticos em Pequim", embora para o "Diário do Povo" o dólar "continue sendo uma moeda firme que todos os países devem aceitar, embora não queiram". EFE

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

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Acordo nos EUA ainda deixa dúvidas, diz Cozendey






O secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Carlos Márcio Cozendey, afirmou hoje que o acordo fechado em torno do endividamento dos Estados Unidos ainda deixa muita margem para dúvidas. Segundo ele, o acordo afasta a incerteza de curto prazo, mas não resolve definitivamente o problema de longo prazo de sustentabilidade da dívida dos EUA. Por isso, segundo Cozendey, o debate político continuará nos próximos meses, embora menos intenso.

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Sobre o impacto da decisão norte-americana na economia brasileira, Cozendey disse que vai depender de como o acordo evoluir. Ele acredita que há duas possibilidades de contágio da economia brasileira. A primeira, se houver redução das notas da dívida dos EUA que, segundo ele, "ninguém sabe exatamente que tipo de consequência pode haver". A segunda, o impacto direto na economia. "Há uma tendência mais contracionista. É um acordo que corta gastos, mas deixa uma segunda etapa ser resolvida até o final do ano", ponderou.
Pelo acordo que teria sido fechado ontem, conforme anúncio do presidente dos EUA, Barack Obama, haverá elevação do teto da dívida em duas etapas e um corte de gastos de quase US$ 900 bilhões durante dez anos. Também foi definido um comitê especial de parlamentares dos dois partidos que ficará encarregado de efetuar cortes para reduzir o déficit.
Para o secretário, ainda é uma situação muito difícil a longo prazo, porque o ajuste fiscal é necessário na economia norte-americana, mas não pode ser forte demais a ponto de "matar a economia". "Neste momento, a gente não sabe o que vem até o final do ano, quando o comitê terá que definir os cortes".

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Nasa se prepara para lançar sonda Juno para descobrir 'receita dos planetas'



Nasa se prepara para lançar sonda Juno
Nasa se prepara para lançar sonda Juno

A Nasa se prepara para lançar, na próxima semana, a sonda de exploração espacial Juno em direção a Júpiter, a fim de tentar melhor compreender como se formou este enorme planeta gasoso e, por extensão, "qual é a receita de fabricação dos planetas".

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A sonda impulsionada por energia solar, avaliada em 1,1 bilhão de dólares, deve iniciar, no dia 5 de agosto, uma odisseia de cinco anos em direção ao mais maciço dos planetas do sistema solar.
O nome Juno representa aquela que, na mitologia romana, é ao mesmo tempo mulher e irmã de Júpiter.
Com sua reluzente mancha vermelha e massa maior que a do conjunto dos planetas, Júpiter intriga os astrônomos porque poderia bem ser o primeiro a ter sido formado no sistema solar.
"Quando o Sol se formou, recuperou a grande maioria de seus restos", resumiu Scott Bolton, principal cientista do programa Juno e membro do Southwest Research Institute em San Antonio (Texas, sul).
"É por isso que é tão interessante para nós: se quisermos voltar no tempo e compreender de onde viemos e como os planetas apareceram, o segredo está com Júpiter", destacou.
"Então, queremos conhecer a lista dos ingredientes. O que queremos fazer realmente é descobrir a receita de fabricação dos planetas", resumiu.
Em 1989, a Nasa havia lançado a sonda 'Galileo', que entrou em órbita em torno a Júpiter em 1995 e se desintegrou mergulhando no planeta em 2003. Outros engenhos espaciais da Nasa, como os Voyager 1 e 2, Ulysses e New Horizons também se aproximaram do quinto planeta partindo do Sol.
Mas desta vez, "vamos chegar mais perto de Júpiter que nenhuma outra nave espacial", destacou Scott Bolton esta semana, em entrevista à imprensa. "Estaremos, apenas, a 5.000 km sobre a crista das nuvens".
"E mergulharemos, também, sob os circuitos de radiações (de Jupiter), o que é muito importante porque constituem a região mais perigosa do sistema solar, exceto se quisermos ir reto, em direção ao próprio Sol", continuou.
A viagem para Júpiter não será feita em linha reta, explicou Jan Chodas, diretora do projeto Juno do Jet Propulsion Laboratory da Nasa em Pasadena (Califórnia).
"Nós a lançaremos da Terra ainda em agosto e contornaremos a órbita de Marte, fazendo duas grandes manobras no espaço", enumerou. Em seguida, Juno voltará roçar a Terra, em outubro de 2013, antes de singrar em direção a Júpiter. Chegada prevista: julho de 2016.
Juno vai utilizar uma série de instrumentos, entre eles alguns fornecidos por ItáliaFrança e Bélgicacomo parte de uma parceria com a Agência Espacial Europeia, para estudar o funcionamento do planeta e sondar suas entranhas.
Duas experiências significativas consistirão em tentar avaliar a quantidade de água que o planeta contém e determinar se "possui um núcleo de elementos pesados em seu centro, ou se é composto apenas de gás", explicou Scott Bolton.
Os cientistas procuram, também, saber mais sobre os campos magnéticos de Júpiter e sobre sua mancha vermelha, local de uma tempestade que causa furor há mais de 300 anos.
Juno se inscreve numa série de missões de estudo do sistema solar, destacou Jim Green, diretor da divisão da Nasa dedicada ao estudo dos planetas: a missão Grail deve ser lançada em direção à Lua em setembro, e o Mars Science Laboratory deverá partir em novembro.
"Estas missões são concebidas para responder a algumas das questões mais complexas que envolvem a ciência dos planetas: tudo o que diz respeito a nossas origens e a evolução do sistema solar", destacou.

domingo, 31 de julho de 2011

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Obama anuncia acordo para evitar default dos EUA




O presidente americano, Barack Obama, anunciou na noite deste domingo que chegou a um acordo de última hora com os líderes congressistas para evitar um desastroso default que levaria caos para a economia mundial.
"Gostaria de anunciar que os líderes dos dois partidos em ambas as câmaras chegaram a um acordo que irá reduzir o déficit e evitar um default, um default que teria efeitos devastadores em nossa economia", disse Obama em declarações na Casa Branca.
No Congresso americano, líderes do Senado - com maioria democrata - e a Casa dos Representantes - liderada pelos republicanos - informaram que apresentarão para suas bases o rascunho do plano na segunda-feira, antes da votação final para aprovar o acordo.
"Não terminamos ainda: quero pedir aos membros de ambos os partidos que façam a coisa certa e apoiem esse acordo com seus votos nos próximos dias", disse Obama, que corre contra o tempo antes do prazo de meia-noite de terça-feira.
A economia americana alcançou seu limite de endividamento em 16 de maio e usou ajustes de contabilidade, assim como receitas fiscais mais altas que o previsto, para seguir operando normalmente, mas só pode continuar dessa forma até a meia-noite de terça-feira.
Líderes empresariais e financeiros advertiram que o não cumprimento dos pagamentos se traduziria em consequências catastróficas para a frágil economia americana, que ainda luta com um persistente desemprego de 9,2% na esteira da crise global de 2008.
Sem o acordo, o governo dos Estados Unidos deverá cortar estimados 40 centavos de cada dólar que gastar, obrigando-o a tomar duras decisões entre elas abandonar ou cortar programas como os que dão ajuda aos pobres, aos inválidos e aos idosos.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

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'O tempo está se esgotando', diz Obama em relação ao acordo sobre a dívida




O presidente Barack Obama alertou nesta sexta-feira que o tempo está se esgotando para que os Estados Unidos alcancem um acordo para aumentqar o teto da dívida pública, insistindo que um compromisso nesse sentido é possível.
"Não é uma situação na qual as duas partes estejam a quilômetros de distância", afirmou Obama em um discurso na Casa Branca, ao mesmo tempo em que reiterou que um acordo deve ser bipartidário, pedindo ainda que os americanos pressionem o Congresso para conseguir esse acordo.
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O líder da maioria democrata no Senado americano, Harry Reid, afirmou mais cedo nesta sexta-feira que tomará as medidas necessárias para obter uma votação sobre um texto de compromisso com o objetivo de elevar o teto da dívida e evitar um default por parte dos Estados Unidos.
"Esta é provavelmente nossa última oportunidade de salvar este país do default", disse Reid, cuja iniciativa pode ser votada na madrugada de domingo.
Concretamente, Reid deverá dar por finalizados os debates a fim de habilitar uma primeira votação de procedimento, que pode ocorrer até a 01H00 local de domingo (02H00 de Brasília), sobre o projeto elaborado sob sua direção.
Uma segunda votação será realizada na segunda-feira às 07H30 (08H30 de Brasília), antes de sua passagem final na terça-feira, data limite na qual os EUA cairão em default se não aumentarem o limite de sua dívida, indicou um líder democrata.
Na noite de quinta-feira, os republicanos da Câmara de Representantes adiaram a votação de um plano para reduzir o déficit, enquanto a crise política americana afeta os mercados a cinco dias de uma eventual moratória.
O plano alternativo do Senado apresentado por Reid economizaria 2,2 trilhões de dólares em 10 anos, segundo o Escritório de Orçamento do Congresso americano (CBO).
Semanas de discussões não bastaram para chegar a um acordo sobre um plano de redução do déficit acompanhado por um aumento do teto da dívida, que em maio alcançou seu limite legal de 14,294 trilhões de dólares, ou seja, perto de 100% do PIB.

terça-feira, 26 de julho de 2011

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Norte-americanos apoiam solução mista para dívida



WASHINGTON (Reuters) - Os norte-americanos estão muito temerosos quanto à crise da dívida dos Estados Unidos e a maioria deles apoia o tipo de comprometimento defendido pelo presidente Barack Obama para encerrar o impasse, revelou uma pesquisa da Reuters/Ipsos nesta terça-feira.
A maioria, ou 56 por cento dos entrevistados, indicou que os formuladores de políticas e Obama deveriam chegar a um acordo que envolva tanto um aumento de impostos quanto cortes à programas governamentais, a fim de encerrar o impasse nas negociações sobre a dívida.
Obama e republicanos estão discutindo sobre uma maneira colocar as finanças do país em ordem antes de 2 de agosto, prazo final para que o teto da dívida do país seja elevado e evitar um default. Obama prefere um misto de cortes de gastos e aumentos de impostos para reduzir o déficit, enquanto republicanos apoiam profundos cortes nos gastos, sem elevação de impostos.
A maior parte dos entrevistados --83 por cento-- disse estar preocupada quanto ao fracasso das negociações sobre a dívida até o momento, enquanto que 54 por cento afirmou estar muito preocupada.
A atribuição da culpa pelo impasse pesa mais para os republicanos: 31 por cento das pessoas entrevistadas culparam os políticos do partido de oposição, enquanto que 21 por cento enxergavam Obama como o grande responsável pela crise. Apenas 9 por cento viam os políticos democratas como culpados.
(Reportagem de Steve Holland e Alistair Bell)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

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Dilma: Brasil ainda tem "um Chile de miseráveis"




ARAPIRACA, AL - A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje que, embora o Brasil tenha conseguido tirar "uma Argentina da miséria" (40 milhões de pessoas) ainda resta "um Chile de miseráveis" (16 milhões), dos quais 9,6 milhões residem no Nordeste, principalmente nas áreas rurais. Por esse motivo, ela se encontra hoje no interior de Alagoas, lançando o programa 'Brasil sem Miséria', que contempla uma série de ações que vão da construção de cisternas e pequenos sistemas de abastecimento de água a ações que permitam a pequenos agricultores terem acesso às gôndolas dos supermercados. Normalmente, no interior no Nordeste, os pequenos produtores só conseguem comercializar seus produtos nas feiras.
Dilma fez um apelo a toda a população brasileira, e pediu que as pessoas, quando forem fazer suas compras, prestem atenção e deem prioridade aos produtos com a seguinte marca: "Brasil sem miséria e agricultura familiar desenvolvida".
O pontapé inical foi dado hoje no municipio de Arapiraca, a 135 km de Maceió, onde ela visitou uma unidade de empacotamento de farinha, cujo produto chegará aos supermercados em pequenas embalagens. Antes só era possível vender o alimento em sacas de 60 kg.
- Se brasileiros e brasileiras se dispuserem a enfrentar e encarar esse mesmo desafio que é ultrapassar a extrema miseria no nosso pais, poderão contribuir escolhendo esses produtos na gôndola.
Neste momento a presidente está reunida com todos os governadores do Nordeste, porque, segundo ela, esse trabalho não pode ser feito sem a ajuda deles ou dos prefeitos da região. Ao contrário do presidente Lula, que sempre fechava as reuniões politicas, Dilma fez a abertura e transformou o encontro numa disciplinada reunião de trabalho

sábado, 23 de julho de 2011

NOTICIAS.

 Obama promete "escolhas difíceis"sobre déficit

Por Matt Spetalnick e Thomas Ferraro
WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, insistiu nesta sexta-feira que está preparado para fazer "escolhas difíceis" por um acordo de redução da dívida e evitar que o país entre em default, mesmo em meio a alertas de democratas para que Obama não faça muitas concessões.
Faltando 11 dias para o prazo final do aumento do teto da dívida do país, o presidente democrata pediu comprometimento de ambas as partes. No momento, ele e o presidente da Câmara dos Deputados, o republicano John Boehner, buscam a aprovação de um plano para cortar gastos em até 3 trilhões de dólares.
"Estou propenso a assinar um plano que inclui escolhas difíceis, algo que não faria normalmente, e há uma série de democratas e republicanos no Congresso, os quais acredito desejarem a mesma coisa", disse Obama em um evento na Universidade de Maryland.
Sem que um acordo pareça iminente, Obama enfrentou um número crescente de queixas dos próprios democratas sobre a formação de um acordo que poderia representar dolorosas restrições à saúde pública e programas ligados à previdência, mas não elevariam impostos imediatamente.
"Nunca vi um nível mais alto de frustração", disse a senadora democrata Dianne Feinstein, após uma semana de esforços, por vezes caóticos, para avaliar opções conflitantes e evitar que o país não honre suas obrigações financeiras.
Conversas entre republicanos e a Casa Branca sobre um acordo para elevar o limite de 14,3 trilhões de dólares para empréstimos dos Estados Unidos estão em uma fase crítica, faltando menos de duas semanas para a maior economia do mundo ficar sem verba com a qual pagar suas obrigações.
Obama manteve a convição de que seria impossível alcançar esse tipo de acordo "histórico" sem um aumento na receita com medidas envolvendo uma reforma tributária e o fim do limite de impostos para norte-americanos mais ricos.
Mas fontes do governo afirmaram que o acordo que está sendo traçado com Boehner pode deixar para depois a reforma e outros itens importantes para elevar a receita.
RISCO NA CLASSIFICAÇÃO DO CRÉDITO
Republicanos e muitos democratas estão se recusando a elevar o limite da dívida a menos que ele seja acompanhado por amplos cortes nos gastos para combater crescentes déficits orçamentários. Um default sem precedentes no país pode levar os Estados Unidos de volta à recessão e provocar um caos financeiro global.
O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, reuniu-se nesta sexta-feira com o chairman do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, e com o presidente do Fed de Nova York, William Dudley, para falar sobre as implicações de um fracasso do Congresso em elevar o teto do déficit.
Eles permaneceram confiantes de que o Congresso agirá a tempo, afirmaram em comunicado conjunto.
A esperança em Washington é de que o pacote de amplo alcance e de 10 anos de duração para cortes no déficit seja o bastante para salvar o rating "AAA" dos Estados Unidos. Agências de classificação de risco ameaçaram abaixar a nota dos bônus norte-americanos na ausência de um amplo acordo para corte do déficit.
(Reportagem de Andy Sullivan, Thomas Ferraro, Richard Cowan, Steve Holland, Alister Bull, Laura MacInnis e Rachelle Younglai)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

NOTÍCIA

Proposta de senadores alivia tensões de dívida nos EUA




WASHINGTON (Reuters) - Armados com um novo plano, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e líderes do Congresso vão tentar nesta quarta-feira ver se ainda é possível um acordo nas próximas horas para evitar um default, que rapidamente está se aproximando.
O novo e ambicioso plano, revelado por um grupo de senadores conhecido como "Gangue dos Seis", oferece alguma esperança face ao crescente impasse que tem ameaçado a nota de crédito dos EUA, em nível máximo.
Conforme estudam os detalhes, os líderes congressistas vão determinar se o plano pode ser apontado como um caminho para resolver o impasse. Uma proposta mais modesta deve ser necessária para evitar um desastre, mas o plano do grupo de senadores pode ajudar os parlamentares a alcançarem um acordo orçamentário mais amplo nos próximos meses, com o intuito de resolver os problemas fiscais.
A reação inicial foi positiva. Obama considerou na terça-feira o plano um "passo muito significativo" e instou os líderes do Congresso a começarem a discuti-lo. Senadores de ambos os partidos apoiaram a proposta, enquanto os líderes republicanos na Câmara dos Deputados disseram que o plano possui bons elementos.
Investidores também se agradaram com o plano, o que levou o preço do Treasury de 30 anos a uma forte alta e conduziu os principais índices de ações em Nova York ao melhor dia desde março.
Obama e os republicanos não têm conseguido alcançar um acordo, por meio do qual o teto de dívida dos EUA seria elevado ante os atuais 14,3 trilhões de dólares, antes de 2 de agosto, quando o país ficará sem dinheiro para honrar seus compromissos.
Os dois lados concordam que os cortes de gastos devem acompanhar um aumento do limite de financiamentos, para interromper rapidamente o crescimento da dívida. No entanto, eles não concordam com alguns detalhes.
No que se refere a aumentos de impostos, as negociações sobre um acordo de redução de dívida abrangente estão paralisadas na Casa Branca, com os republicanos se opondo à elevação nos tributos.
O plano da "Gangue dos Seis" inclui muitas das mesmas soluções politicamente arriscadas que têm ameaçado outros esforços.

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