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sábado, 24 de setembro de 2011


Chifre da África pede na ONU mais ajuda contra a fome



Líderes africanos lançaram este sábado um pedido desesperado na Assembleia Geral da ONU por mais ajuda internacional para enfrentar a fome que se espalha pelo Chifre da África e que deixou dezenas de milhares de mortos na Somália.
Os líderes de Quênia, Somália, Djibuti e Etiópia uniram suas vozes para pedir maior cooperação, em um momento em que a ONU calcula que haja 750.000 pessoas com risco de morrer e que outras 13 milhões precisam de ajuda urgente.
O primeiro-ministro do Quênia, Raila Odinga, pediu à ONU que monte acampamentos para ajudar a população dentro da Somália, durante reunião dedicada à grave situação no Chifre da África, à margem da Assembleia da ONU, que a princípio descartou esta possibilidade.
Uma boa notícia veio de Washington, onde o Banco Mundial (Bird) aumentou a ajuda contra a pior seca em décadas na África para 1,9 bilhões de dólares, acima dos US$ 500 milhões oferecidos em julho passado, anunciou este sábado o secretário do Tesouro americano, Tim Geithner.
"Para ajudar a evitar que este tipo de catástrofes continue afetando a região, apoiamos a decisão dos membros da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) de mobilizar cerca de 1,9 bilhão de dólares em recursos", disse Geithner nas reuniões do FMI e do Bird na capital americana.
O primeiro-ministro do Quênia, em cujo país há um acampamento com mais de meio milhão de refugiados da fome, afirmou que sofrido "muita pressão" para fechar a fronteira com a Somália.
"Mas, como governo, não podemos fechar a fronteira porque isto significaria condenar à morte pessoas inocentes", explicou Odinga.
Muitas pessoas estão fugindo de áreas na Somália sob controle dos rebeldes islamitas shebab, que impedem que chegue ajuda da ONU e de outras organizações.
"Pedimos uma colaboração muito mais forte da comunidade internacional para fazer frente a isto, para que possamos criar outra área dentro da Somália onde possamos criar acampamentos", disse Odinga.
Isto permitiria "que as pessoas fossem alimentadas na Somália e não tivessem que cruzar a fronteira para o Quênia", afirmou.
A coordenadora humanitária da ONU, Valerie Amos, se opôs à possibilidade de montar acampamentos dentro da Somália por medo da violência.
"O Quênia tem sido muito generoso abrigando refugiados da Somália desde 1991", disse.
O primeiro-ministro da Somália, Abdiweli Mohamed Ali, disse em reunião que outras 500.000 pessoas deixaram a capital, Mogadíscio, onde o governo e as tropas da União Africana retomaram o controle sobre os insurgentes shebab.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que "a crise aumenta todos os dias" no Chifre da África, ao pedir maior colaboração internacional.
Ban disse que são precisos US$ 750 milhões para entregar comida e remédios à região.
O cantor de rock Bob Geldof, que organiza festivais para arrecadar fundos para a África desde 1985, também participou da reunião, na qual acusou os países ocidentais de permitirem um "horror grotesco" no Chifre da África.
Geldof lamentou a "falta crônica de liderança nos governos do mundo".

quinta-feira, 1 de setembro de 2011


CAMPANHA PARA ÁFRICA

Fome na Somália ainda não atingiu o pico, segundo a ONU



NAIRÓBI (Reuters) - Os alimentos ficarão cada vez mais escassos na região do sul da Somália, afetada pela fome, até a chegada da colheita do ano que vem, afirmou nesta quinta-feira o diretor da agência da ONU para os refugiados (Acnur).
"Não chegamos ainda ao pico da crise", disse a repórteres o diretor da Acnur, Antonio Guterres, no Quênia, depois de visitar o sul da Somália e a capital somali, Mogadíscio.
"Do ponto de vista da segurança alimentar do povo, obviamente, à medida que o tempo passa é possível que até a próxima colheita a situação se torne pior e pior", afirmou.
Não há previsão de chuvas para o sul da Somália, região controlada por grupos rebeldes e a mais atingida pela seca. Na área cerca de 3 milhões de pessoas correm o risco de morrer de fome até outubro, considerando que a colheita será no início de 2012.
A ONU declarou situação de fome em cinco zonas do sul da Somália onde militantes do Al Shabaab, grupo afiliado à al Qaeda, não permitem que a organização distribua comida à população.
No entanto, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha e outras entidades, como o fundo da ONU para a Infância (Unicef) e organizações islâmicas têm acesso a áreas sob controle do Al Shabaab, segundo Guterres.
"Eles estão trabalhando em conjunto para tentar garantir que todas as áreas sejam cobertas. Mas nós ainda não estamos lá", declarou ele.
Desde que mergulhou na guerra civil, há 20 anos, a Somália está sem governo central. A insegurança na região e a exaustão dos países e órgãos doadores prejudicaram o suprimento de ajuda de emergência, de acordo com algumas entidades beneficentes.
"Há décadas temos visto pouco interesse da comunidade internacional pela crise somali. Nós precisamos ampliar isso", disse ele.
(Reportagem de Katy Migiro)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

CAMPANHA PARA A ÁFRICA.

ACHO QUE NÃO PRECISA EU DIZER NADA PARA VOCÊ, POR QUE CADA UM DOS VÍDEOS QUE EU POSTA AQUI JÁ VAI DIZER TUDO, A ÁFRICA PRECISAR DA SUA AJUDA. 





SERA QUE VAMOS VÊ ESSAS CRIANÇA MORRENDO DE FOME E NÃO VAMOS FAZER NADA? NÓS QUE NUNCA PASSAMOS FOME, CADA PESSOA DE PAÍSES RICOS QUE PODE AJUDA, AJUDE PARA QUE CRIANÇAS E A DUTOS NÃO MORRA DE FOME E SEDE.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

CAMPANHA PARA A ÁFRICA.

Música de Bob Marley & The Wailers é tema de campanha contra a fome no leste da África



Milhares de crianças do leste da África estão morrendo de fome extrema, que já afeta 9 milhões de pessoas. Somente na Somália, 640 mil estão subnutridas, mais de 29 mil crianças com menos de cinco anos morreram em três meses e mães são forçadas a abandonar seus filhos à beira da estrada. Essa situação dramática é retratada em um novo vídeo para a música de Bob Marley & The Wailers "Hide Tide or Low Tide", de 1973.

Editado por Kevin Macdonald, diretor do "O Último Rei da Escócia" e do documentário "Marley", o vídeo faz parte de uma campanha global da ONG Save the Children e é um chamado para o combate a fome. O Yahoo! apoia a campanha.




A ideia é unir pessoas em todo o mundo pela mesma causa. Para ajudar, basta depositar doações ou fazer o download do single “High Tide or Low Tide”. Saiba como participar.

“Nenhuma criança deveria ter alimentos ou água negados. Nenhuma criança deveria sofrer. Juntos à ‘Save the Children’ nós devemos nos levantar juntos, como amigos, para dar um basta nisso”, disse Rita Marley, viúva de Bob, ao site da campanha. Diversas celebridades já se uniram à causa, como Lady Gaga, The Rolling Stons, Shakira, Justin Bieber, Cristiano Ronaldo, Elton John e Lewis Hamilton.


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